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 Dangerous World 2 ~ 34 ~ último

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sara_
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qua Abr 29, 2009 4:58 pm

Sabem, vou começar a postar dois por semana - digam lá que eu não sou um amor? Não, por acaso não sou, mas podia ser. Esta coisinha de postar dois por semana deve-se ao facto de ter 22 capitulos acabados e se continuasse a postar um por semana andava aqui uma eternidade e eu canso-me muito rápido quando as coisas já são antigas xD É, quando demoro muito a postar algo tenho a tendencia a odia-lo profundamente e a dizer que está extremamente mal escrito ^^''
Então, novidades à parte, ainda não sei que fim dar a esta coisa, acham normal? Pois eu não, e é mesmo muito mau, mas deve ser algo fofinho. Quando escrever logo me lembro de alguma coisa...
E chegámos ao 6, nada mau hein (não liguem, isto cá dentro entre os poucos neurónios que me restam não anda a funcionar bem). Este é palha, completamente, o próximo é um dos meus preferidos, mete acção e tales.
E como eu sei que vocês querem o raio do capítulo só me resta dizer que posto o 7 no fim de semana, e passo a fazer assim - um à quarta feira, outro ao fim de semana. E quero comentários, sim? *.*



- 6 -


Ouço a porta de casa abrir e fecho o portátil, não quero que Mathew se aperceba do que faço. Ele, ao ver-me, corre para os meus braços bastante sorridente. Tom tira o casaco e senta-se no sofá com uma expressão cansada.

- Então, divertiram-se? – pergunto, tirando o casaco quente ao Math.
- Sim! Fizemos muitos bonecos de neve! E depois estivemos a brincar com a tia Lú e o tio Jay no parque!
- A sério?
– pergunto, sorridente.
- Sim mãe! Depois a tia Ann telefonou ao tio e eu estive a falar com ela! – o Math relatava os acontecimentos entusiasticamente, abrindo muito os olhos com tanta excitação – Eu disse-lhe que o tio gosta muito dela e que tem saudades dela… - deu um pequeno risinho, olhando para o Tom, que suspirava – E a tia disse que tinha muitas saudades de nós!
- Eu sei filho, eu também já estive a falar com ela…
- olhei para o Tom, estava com os olhos fechados – Que se passa Tom?
- Não sei onde é que o teu filho foi buscar tanta energia… Quer dizer, saber até sei, mas ele não parou um bocadinho sequer!
- O tio está chateado porque eu contei à tia Ann que ele não pára de falar nela…
- pôs a mão a tapar a boca e soltou um pequeno riso – eles são namorados não são mãe? – pergunta-me num sussurro. Olho para o Tom e desato a rir. O Tom ri-se e passa a mão pelo cabelo do Math, desalinhando-o.
- Olha-me o fedelho!
- Eu já sou crescido!
– reclama ele, erguendo a sobrancelha e colocando as mãos na cintura.

O Tom levanta-se a rir e passa por ele, voltando-lhe a desalinhar o cabelo. Eu rio-me e Math senta-se amuado no sofá. Abano a cabeça e levanto-me para arrumar os casacos. Aproximo-me de Tom, que se encontra encostado à mesa da cozinha com uma caneca de café na mão.

- Estás bem? – pergunto-lhe, fitando-o.
- Já reparaste como eles são parecidos?
- Já…
- sorrio e tento conter as lágrimas. – Até quando ele está amuado é igual…
- Passou tanto tempo Sara… achas que ainda…
- Eles não são capazes de fazer nada… Eu sei que ele está vivo.
- Como podes ter tanta certeza?
- Por favor Tom, vamos deixar este assunto por aqui… Quando chegar a altura certa, eu conto-te…
- Estou farto destes segredos todos Sara…
- diz-me ele, pousando a caneca vazia. Vira-me costas e ouço a porta bater.
- Também eu… - digo, num sussurro.

Deixo a cozinha e volto para a sala. Mathew está animado, entretido a jogar, certamente nem deu pela saída do Tom. Pego no telemóvel e procuro o número da Lú, carregando na tecla de chamada. Ela não demora a atender.

- Estás em casa?
- Yup, precisas de alguma coisa? Está tudo bem?
- Sim, calma. Não queres passar por cá? Já não falamos há imenso tempo…
- Está bem amor, eu e o Jay já aí passamos.

Desliguei e sentei-me no sofá, observando o Math a jogar. Ele abstraía-se tão facilmente do mundo que o rodeava… acho que, devido à ausência do pai, aprendeu a criar um mundo só dele, onde se refugia quando sente aquele vazio dentro dele… um vazio que tem vindo a aumentar em mim a cada dia, hora ou minuto que passa. Ouço a campainha tocar e levanto-me, Mathew continua embrenhado no seu jogo de corridas.

- Hey
– digo, ao abrir a porta. Cumprimento a Lú e o Jay com dois beijos enquanto os deixo entrar.
- O Tom? – pergunta o Jay, olhando em volta na sala.
- Saiu, deve estar em casa dele… Às vezes é complicado…
- Eu sei russa.
– olha para mim e para a Lú – Ok, conversa de mulheres. Estou no ir.
Afastou-se de nós e sentou-se ao lado do Mathew. Ele, ao aperceber-se da presença do Jay, passou-lhe logo um comando para jogarem os dois. Ficaram os dois colados à tv, completamente concentrados. Eu e a Lú dirigimo-nos para a cozinha, onde podemos falar mais à vontade.

- Está tudo bem?
- Não. Estes segredos todos estão a dar comigo em doida! O Tom está a querer saber as coisas demasiado rápido, e ele é muito impulsivo, tenho de lhe esconder isto durante o tempo necessário para ele não fazer asneiras…
- Esconder o quê? Passa-se alguma coisa com a Ann? Eles fizeram-lhe alguma coisa?
- Não!
– respondo, um pouco alto de mais – Ainda hoje estive a falar com ela… - continuo, num tom de voz mais baixo – ela mandou-me a pasta de ficheiros actualizada e isso… Há muita coisa em jogo…
- Explica-me, que eu não estou a perceber nada!
- Há… pessoas envolvidas…
– começo, cautelosamente – que eu não quero prejudicar…
- Que pessoas? Dos outros russos?!
- Sim… Essa pessoa não tem nenhuma responsabilidade no rapto do Bill…
- Como podes ter tanta certeza?
- Nós sabemos que, no dia em que aquilo que escondemos há alguns anos for descoberto, muita coisa vai mudar… temos uma espécie de pacto, percebes?
- Não, não percebo, mas já percebi que não me vais contar muito mais…
- Não posso Lú… É um dos maiores segredos, e tem de estar mesmo muito bem guardado…
- Bom, mudando de conversa…
- prossegue ela, com um sorriso. – Tenho aqui as fotos que tirei em Itália! Aquilo é tãoo lindo… Adorei Milão, e Florença também é lindíssimo, tirei fotos espectaculares…
- Mostra-me! Estás à espera de quê?!
- Está bem! Empresta-me o portátil vá.
– sorri e fui buscar o portátil, o Jay e o Math continuavam concentradíssimos no jogo.
- Vamos lá ver essas obras de arte…

As fotografias estavam realmente bonitas, muitas delas tinham o Jay como modelo, outras, tinham apenas monumentos renascentistas ou os vários transeuntes.
Um som bastante familiar chega aos meus ouvidos, interrompo a conversa com a Lú e alcanço o meu telemóvel. Não conheço o número, mas atendo na mesma.

- Preciso de um favor teu.


Spoiler:
 


Última edição por sara_ em Qua Abr 29, 2009 10:17 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qua Abr 29, 2009 8:35 pm

Hmm!
Tou curiosa para saber qual é esse segredo!
O Tom começa a dar sinais de desepero e nao é para mesmo... Afinal o Bill já está ha algum tempo desaparecido, para nao dizer muuito tempo.

Quem é que lhe ligou?

Continua!
^^
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qua Abr 29, 2009 9:34 pm

Aww *-* eu adoro está fic pá ^^
Qual é o segredo ?? =S
E quem lhe ligou ??
CONTINUA =D
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Sab Maio 02, 2009 3:49 pm

Olá queridas leitoras desta fic que nunca mais acaba! Boazinhas? Espero que sim porque eu tenho aqui o tal capitulo 7 que eu gosto. E hoje até têm direito a música! Vá, aproveitem a acção neste porque o próximo é completamente fofinho e essas coisinhas todas. ^^
Acho que não tenho mais nada para dizer, por isso, aqui vai o 7 e, bom, espero que gostem!



- 7 -


- Preciso de ir a casa do Tom. – digo, assim que desligo a chamada.
- Passa-se alguma coisa?
- Não, não é nada de importante, só preciso de falar com ele, tenho de ir trabalhar hoje à noite.
- Já percebi. Vai lá então, eu e o Jay ficamos aqui com o Math.
- Obrigada. Eu já venho.


Depositei um beijo na face da Lú e apressei-me a passar pela sala. O apartamento do Tom ficava uns andares acima do meu, entrei no elevador e esperei que este parasse. Quando as portas do elevador se abriram, dirigi-me cautelosamente até à porta à minha esquerda. Ouvi o som da campainha e passados alguns segundos Tom abre-me a porta.

- O que estás aqui a fazer? – pergunta-me ele, com um certo tom de desprezo.
- Preciso de falar contigo. Vais-me deixar entrar?

Ele afasta-se e eu entro. A sua guitarra acústica está encostada ao sofá branco de pele no centro da sala. Aquele espaço sempre fora o seu refúgio, às vezes, passava horas e horas sentado naquele sofá a tocar. Já o fazia quase automaticamente, sem prestar qualquer atenção ao que fazia.

- Passa-se alguma coisa?
- Recebi um telefonema… preciso de sair hoje à noite, podes ficar com o Mathew?
- Sim, claro…
- mostra-me um sorriso – É alguma coisa de grave?
- Não… Não tem nada a ver com o Bill… É só fazer uma visita, tratar de uns assuntos e ir embora.
- Uhm, está bem. Podes ir descansada, eu fico com o puto.
- Obrigada Tom
– digo sorrindo. – Vais ficar?
- Sim, mais um bocadinho. Já desço.
- Ok, eu tenho de ir, a Lú e o Jay ficaram com o Math. Até já.


(…)

O tempo passou bastante rápido. Despedi-me do Tom e do Mathew, com a desculpa de que tinha de ir trabalhar para o hospital. O Math ficou bastante triste, mas, como sempre, compreendeu. Fico impressionada com a facilidade dele em compreender as coisas, aceitando-as quando deve aceitar sem fazer perguntas ou algo do género…
Como sempre, fui até casa do Tom para me preparar. Desde que ele se mudou para a minha casa que optámos por deixar as coisas que me ligassem ao meu outro mundo em casa dele. Vesti umas calças pretas de cabedal, que se ajustavam bastante bem à minha silhueta, um top também preto com alguns bocados em branco um pouco solto, deixando uma parte das costas descobertas e calcei umas botas pretas de salto. Optei por uma maquilhagem escura em volta dos olhos, o cabelo completamente esticado e apanhado num rabo-de-cavalo, parecendo uma cascata. Dirigi-me cautelosamente para a garagem do prédio, esperando que ninguém me visse, e aproximei-me da porta que dava para um compartimento em separado. A escuridão deu lugar a uma luz esbranquiçada e deixou a descoberto quatro veículos: o Ferrari preto que eu tinha na Rússia, uma Harley do modelo mais recente que tinha saído, um Aston Martin também bastante recente e, por último, o carro que estava a um canto – o BMW do Bill. Apressei-me a entrar no Aston Martin e esperei que o portão automático que dava para as traseiras do prédio abrisse, acelerando para fora da garagem assim que me foi possível.

Segui as instruções que me tinham sido dadas, guiando por ruas e mais ruas de Berlim. Parei em frente a um prédio, onde um rapaz me esperava para me entregar os documentos que eu necessitava.

- Está aqui tudo? – perguntei, através da janela aberta do automóvel. O rapaz olhou para mim e abriu muito os olhos, certamente reconheceu-me. Parecia ser ainda novo, devia ser novo nestas andanças.
- Sim, é só fazeres o que te disseram. Boa sorte! – disse-me ele, alegremente.
- Não tenho disso – respondi friamente, fechando o vidro e acelerando novamente, deixando o rapaz confuso para trás.

Segundo me tinham informado, deveria dirigir-me a um clube de Strip bastante famoso nos arredores de Berlim. Assim fiz, revendo mentalmente todas as instruções enquanto me dirigia para lá, devia ser rápido, e absolutamente eficaz.

Cheguei ao meu destino e estacionei o carro. Coloquei o pequeno envelope que o rapaz me tinha dado na mala e saí, caminhando lentamente através do silencioso parque de estacionamento, provocando um certo ecoar dos meus passos à medida que as botas entravam em contacto com o chão. Estava imensa gente à porta, a maioria homens, mas havia também algumas mulheres, certamente para alguma despedida de solteira. Aproximei-me do segurança e sorri, mostrando-lhe a mão direita que estava coberta por uma das várias tatuagens que tenho vindo a adquirir ao longo destes quatro anos. Aquela, a da mão, era especialmente importante, pois todos os seguranças tinham a obrigação de a identificar – era a tatuagem que me dava acesso a todos os sítios a que tivesse de ir para tratar de negócios, e era a tatuagem que me identificava.

- Bem-vinda – disse-me o homem musculado, cujo smoking parecia demasiado apertado para o seu corpo. Retribuí com um sorriso.
- As próximas a entrar, vão ser as senhoras, combinado? – disse, olhando para o grupo de mulheres que esperavam animadamente pela sua vez. O segurança olhou de relance para elas e acenou afirmativamente com a cabeça.

Entrei no espaço amplo, consumido pelas luzes néon que lhe davam um aspecto bizarro. Caminhei por entre vários corpos, a maioria homens que olhavam fixamente as raparigas semi-nuas que dançavam ao som de uma música propícia a erotismos.
Mesmo do meio da multidão, consegui descobrir as escadas que davam acesso ao piso superior, onde se encontrava o dono do estabelecimento, certamente numa das suas muitas sessões privadas. Atravessei a multidão, sentindo vários olhares cravados em mim à medida que passava, até que senti um olhar diferente ao atingir o primeiro patamar das escadas. Voltei-me rapidamente, como se fosse um acto reflexo, e por momentos pensei vê-lo, do outro lado do salão. Olhei mais atenciosamente e apenas um vazio lá estava. Suspirei e olhei para as escadas. Estive ali uns segundos, a respirar calmamente, até que prossegui o meu caminho.

Os dois seguranças que estavam em frente à porta vermelha cederam-me imediatamente a passagem, certamente já estavam avisados da minha presença. Sorri ao entrar naquele espaço, caminhando suavemente na direcção do homem com aproximadamente 30 anos de cabelo preto e pele morena. Ele, ao reconhecer-me, levantou-se imediatamente e abriu os braços para me receber. Assim que me encontrei a uma curta distância dele, senti os seus braços envolver-me, acariciando as minhas costas gentilmente, sentido as suas mãos deslizar ao longo delas.

- Achei que viria a Ann! – disse ele, animadamente. Indicou-me um sofá para me sentar e ordenou a algumas raparigas que por ali andavam que se retirassem. Quando já nos encontrávamos a sós, ele prosseguiu – Pensei que já te tinhas abstraído desta vida Petrichov…
- As origens estragam-me os planos todos…
- Ah! A quem o dizes! Mas conta-me, o que tens para mim?
– sorri maliciosamente e retirei o envelope da mala, entregando-lho.
- Meteste-te com as pessoas erradas… Italianas? Por favor…

O seu olhar estava repleto de medo e espanto quando se encontrou com o meu. Deixou cair o envelope e olhou-me horrorizado.

- Quem te mandou matares-me?
- Ora, essas coisas são confidenciais…
- retirei a pequena arma da mala e olhei para ela com desejo de a utilizar – E eu ainda não decidi o que vou fazer contigo…
- Eu tenho informações!
- Que tipo de informações?
- Bill Kaulitz
– o nome fez-me parar os meus movimentos e olhei para ele. – Sei quem o tem… É o Yuri e a Suri, e o Johann está metido até aos cabelos! O William desapareceu da Rússia há pouco tempo, eles andam malucos à procura dele porque têm medo que ele venha falar contigo! – sorri para a arma e apontei-a ao pescoço dele.
- Sabes o que me chamam? – pergunto, a sorrir, a adrenalina a percorrer-me o corpo todo – Rapidez e eficácia – premi o gatilho e virei costas, o som do tiro foi abafado pelo silenciador colocado na arma e o volume elevado da música ajudou à tarefa. Arrumei as minhas coisas na mala e saí, deixando para trás outro corpo.

Caminhando pelo parque de estacionamento, pego no telemóvel e abro o carro, entrando nele.

- Feito.
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Dom Maio 03, 2009 12:21 am

OMG
Ao menos agora ela ja sabe quem tem o Bill

Espero que ele volte rapido

Continua!
^^
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Dom Maio 03, 2009 1:01 am

Ela já sabe quem tem o Bill *-*

queremos o Bill de volta :D

Continuaa <3
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Seg Maio 04, 2009 2:50 am

n gosto destes gemeos
-.-
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qua Maio 06, 2009 5:10 pm

Olá (:
Espero que esteja tudo bem e espero que estejam preparadas para mais um capitulo!
Como eu tinha dito, este é extremamente "fofinho", não gosto lá muito xD oh, btw, ainda bem que gostaram do último, eu também gosto bastante dele ^^
Então, tenho aqui uma novidadezinha para vocemecês (?). Ontem, quando estava no msn a falar com a minha sempre tão prestáver BetaReader fez-se luz na minha cabeça e já sei o final - sim, esta fic vai ficar mais pequena do que a outra, para aí entre 30 a 50 capítulos. Mas - e agora estejam atentas porque supostamente eu não devia dizer isto - já tenho o início de outra fic, mas essa vou deixá-la para as férias porque eu preciso mesmo de tempo para a escola e uma pausa vai-me fazer bem (acreditem, eu depois volto melhor, ando com ideias de me meter a ler Saramago, tenho curiosidade quanto à escrita do homem, eu sou muito esquisita nestas coisas). Enfim, por enquanto têm aqui a DW que eu acho estar extremamente aborrecida e tales mas eu sei que vocês gostam ^^''

Beijinhos&Abraços




- 8 -


Olho à minha volta e deixo fugir um sorriso. Hoje é um dos poucos domingos em que não tive de ir trabalhar. O dia está chuvoso, parece que o inverno veio para ficar. O Tom e o Mathew andam a correr alegremente pela casa, o Math ainda em pijama e o Tom apenas de boxers. Eu estou também de pijama, com o cabelo atado de qualquer maneira e em frente ao fogão.

Tenho estado a fazer crepes para todos comermos, mas já desapareceram uns quantos – as duas crianças que tenho em casa encarregaram-se de os comer. Math corre para junto de mim e esconde-se atrás das minhas pernas, o Tom vem a correr atrás dele mas pára em frente a mim.

- Uhm uhm – digo, colocando as mãos nas ancas. O riso infantil do Math enche a casa com uma alegria que se desvanece quando encontra aquele vazio. – O que é que os meninos andam a fazer a correr pela casa?
- Nada
– respondem ambos ao mesmo tempo, irrompendo depois em gargalhadas.
- Vá, deixem-me lá acabar isto que já falta pouco.
- E depois já podemos comer mais mãe? Estou com fome!
- Sim Math, depois já podem comer mais…
- respondo-lhe sorrindo.

Vejo-os sair novamente da cozinha e continuo de volta dos crepes.

Por vezes, dou por mim a pensar como seria se ele estivesse aqui connosco. Por momentos, deixo a minha mente vaguear, criando meras suposições. Se ele estivesse aqui, certamente andaria a correr atrás do filho e do Tom, escaparia de vez em quando das brincadeiras deles e viria envolver-me pela cintura, pousando o seu queixo no meu ombro e observando atenciosamente cada movimento meu; depositaria de quando em quando pequenos beijos no meu pescoço e até nos meus lábios, sorriria para mim com aquela felicidade dele… mas ele não está aqui, então as suposições acabam por morrer segundos depois, quando não sinto o seu riso invadir o meu espaço, quando não sinto o seu toque na minha cintura, quando não sinto os seus lábios no meu pescoço, quando não encontro os seus lábios, quando não o vejo sorrir.

Ao longo destes quatro anos, tive muitos altos e baixos. Tive dias em que o estado depressivo era tão acentuado que nem da cama conseguia sair, então passava lá o dia, a derramar lágrimas e mais lágrimas, a olhar para o quarto vazio, a fingir que estava a dormir de cada vez que o Math entrava de mansinho e se deitava ao meu lado, a cantarolar baixinho. Outros dias, ainda conseguia sorrir, mas a dor permanecia sempre cá dentro… como ainda permanece.

- Já podem vir! – ponho o prato dos crepes de cima da mesa e o Mathew e o Tom apressam-se a rodeá-lo.
- Uhm, isto está divinal, então com este chocolate… - olho para a cara do Tom e sorrio, está realmente satisfeito com os crepes.
- Mãe
– a minha atenção foca-se no Math, que me olha com aqueles olhos brilhantes e com um sorriso enorme – Achas que podemos fazer crepes todos os dias?
- Todos os dias?
– pergunto, a sorrir – Todos os dias faz mal filho!
- Oh, mas eu gosto tanto mãe…
- Mas depois ficas com dor de barriga. Não fazemos todos os dias, mas podemos fazer todos os fim de semana, pode ser?
- Sim!
– responde-me ele alegremente, ao mesmo tempo que vejo uma pequena porção de chocolate aterrar na sua camisola de pijama. – Oh, sujei…
- Não faz mal, isso sai. Vá, come lá os crepes senão o tio come tudo.
- Não não! Os crepes são meus e da mamã!
- Porquê?
– pergunta o Tom, a olhar para ele e conter um sorriso.
- Porque eu mando!
- Ah, já mandas?
– o Math começa-se a rir e salta da cadeira para o chão – Anda cá que eu já te digo quem manda! – e lá começaram eles outra vez a correr pela casa. Encosto-me à parede da sala, a vê-los brincar no sofá. O Tom faz cócegas ao Math, que por conseguinte ri descontroladamente e esperneia, animado.

Dirijo o meu olhar para as grandes portas de vidro da varanda e fico a contemplar os pequenos flocos de neve que caiem, por momentos deixo de ouvir os risos que me rodeiam e foco-me no horizonte. Vejo os flocos de neve cair lentamente, sendo levados pelo vento para longe. Relembro momentos do meu passado em que brincámos todos no jardim da cada dos Kaulitz, fazíamos guerras de bolas de neve, rebolávamos, fazíamos bonecos e roubávamos bonés ao Tom e acessórios ao Bill para o enfeitar. Relembro como tudo era, quatro anos atrás.

Ouço a campainha tocar e desperto do meu estado de transe, dirigindo-me para a porta. O frio do exterior faz-me arrepiar e afasto-me para deixar entrar o Gustav e o Georg, que me cumprimentam com um beijo na face.

- Está um frio… - diz o Georg, tirando o casaco e sentando-se no sofá. O Math corre para ele e abraça-o.
- Estou quase sem dedos, que horror! – o Gustav olha para mim e senta-se no sofá, ao lado do Georg. - Hoje vocês nem tiram o pijama… Ah que boa vida!
- Tu se quisesses também podias ficar em casa de pijama, ninguém te disse para vires até cá Gustav…
- Sim sim, mas já estava farto de estar a vegetar no sofá a fazer zapping.
- Então decidiu chatear-me. Como sempre, aqui o Georg Listing é o desgraçado que tem de aturar tudo e todos. Maldita a hora que pensei na psicologia como uma boa profissão…
- todos rimos com a reacção do Georg, e eu sento-me junto a eles, o Math deixa o Georg e senta-se ao meu colo. – Ewww, puto, estás cheio de chocolate! Que andaram a fazer?
- A mãe fez crepes!
- A sério?
– pergunta o Gustav.
- Sim! E depois eu estava a comer com chocolate e sujei!
- Afinal herdaste umas coisinhas do teu tio…
- Até parece hobbit!
- Mãe, porque é que o tio chama o tio Georg hobbit?
– pergunta-me o Math, sussurrando. Sorrio e olho para ele.
- Eles são doidos, filho. O tio só chama o Georg de hobbit porque gosta muito dele, mas não digas nada…
- Sim
– responde-me ele, no mesmo tom que me fez a pergunta e acenando com a cabeça.

Sorrio novamente e deixo o Math ir chatear o Gustav para jogarem a um jogo qualquer. Levanto-me e vou buscar os restantes crepes para os G’s. Ao entrar na sala, paro por segundos e fico a contemplar aqueles seres. “Só faltas tu, Bill”
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qua Maio 06, 2009 7:42 pm

Ohh
*.*

Este capitulo foi mesmo fofinho

Só falta mesmo o Bill, para tudo ficar completo
Espero que nao falte muito tempo para ele aparecer...

Continua!
^^
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qua Maio 06, 2009 10:33 pm

*.*
pois falta o bilzinho ali

o Math e tao fofinhoooo
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qui Maio 07, 2009 10:42 pm

Omg adoro esta fic *-*
Continua ..
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Sab Maio 16, 2009 4:20 pm

Não, eu não morri. Peço desculpa por esta ausencia, e peço desculpa por não ter avisado mas não deu mesmo. A minha adorada net decidiu deixar de dar na sexta feira da semana passada e estive o fim de semana todo sem net e, por conseguinte, a semana toda também. Hoje, finalmente, ressuscitou! Apesar de não ter tido net não escrevi na DW, a escola ocupou-me imenso. Preciso de fériaaas x_x
Tenho de acabar o portfólio de Filosofia, por isso vou postar muitooo rapidinho. Vamos para o 9, que é assim relativamente grande, e também é um dos meus preferidos *.* Vocês devem gostar, e lembrem-se daquele capitulo que eu disse que era importante ^^
Até quarta e muito muito muito obrigada pelos comentários : D




- 9 -


- Adeus mãe! Adeus tio! – ouço Mathew despedir-se à entrada do colégio, correndo para o edifício de design moderno.

Vejo-o entrar e aproximo-me mais do Tom, que me protege das pequenas gotículas de água que começaram a cair com o guarda-chuva. Ajeito o casaco quente, fazendo com que o meu pescoço fique mais protegido do frio, e sinto Tom abraçar-me.

No inicio, o seu abraço era estranho, fazia-me sentir um ser alienígena, como se não fosse suposto estar ali. Agora, o seu abraço é a única protecção que tenho e já me habituei às semelhanças existentes entre este abraço e um outro que não sinto há demasiado tempo. Caminhamos lado a lado pela rua, ambos em silêncio, captando todos os sons que nos rodeiam. Acho até que o silêncio já faz parte da rotina.

Entramos no café e sentamo-nos numa mesa mais recatada. Pedimos ambos um café e esperamos, olhando pelas vidraças para a rua.

- Falaste mais com a Ann? – pergunta-me Tom, fitando-me.
- Não… Mas devo falar em breve.
- Ela não me atende os telefonemas… Achas que está tudo bem?
– o seu tom de preocupação é evidente.
- Sim Tom, tenho a certeza que está tudo bem. Não te preocupes. Se calhar só não pode atender…

Ficamos em silêncio por mais uns segundos e a empregada deixa os nossos cafés na mesa, afastando-se depois.

- É estranho, sabes? – ele fixa o olhar num ponto que eu não consigo definir, bem lá no horizonte.
- Estranho?
- Sim… Esta coisa entre mim e a Ann. No início, nunca pensei que viesse a sentir tanto a falta dela, e agora olha como estamos: eu aqui, ela na Rússia, a fazer sabe-se lá o quê…


As suas palavras atingem-me de uma forma que chega a ser dolorosa, como se me tivessem cravado um punhal no peito. Se havia alguém que tinha culpa da Ann e do Tom estarem separados, era eu. Afinal, parece que sou sempre eu que tenho a culpa…

- Mas eu não te culpo Sara, não, nem pensar! – continua ele, como que lendo os meus pensamentos. – Eu sei que ela está lá para ajudar a encontrar o Bill…
- Nós vamos encontrá-lo…
- Eu sei…


Saímos do café e regressamos a casa, conversando ocasionalmente sobre algo que nos prende a atenção. O Tom tornou-se o meu confidente, tornou-se uma pessoa tão indispensável que já não imagino viver sem ele. Agradeço-lhe muito, porque se não fosse ele, eu certamente não estaria assim… Se não fosse ele, o Mathew nem sequer existiria. Ele deu-me força, e continua-me a dar, a cada dia que passa.

Ouço o telemóvel tocar e apresso-me a atender.

- Sim?
- Estamos com problemas.
- Ann? Que se passa?
- O Will desapareceu, disseram-me que ele tinha ido para a Alemanha tratar de uns assuntos. – faz uma breve pausa e continua – Sara, tem cuidado. Por favor, tem cuidado com o Math e com o Tom…
- Sim Ann, não é preciso preocupares-te.
- Tenho de desligar, diz ao Tom que o amo. – e desliga.

Fico parada a olhar para o horizonte, estática, quase sem piscar os olhos. Afinal, o Will veio mesmo para a Alemanha… Ele anda à minha procura…

- Era a Ann?
- Sim…
- Está tudo bem?
- Sim…
- Sara, estás bem?
– viro-me repentinamente para ele.
- Tenho de sair. Vais buscar o Math e não saias mais de casa. Promete-me.
- Sim, mas diz-me o que se passa!
- A Ann está bem, ela ama-te. Cuida do Mathew.


Saio de casa, deixando o Tom especado a olhar para mim. Espero ansiosamente que o elevador me leve até à garagem. Corro para o anexo e pego no capacete preto. Apesar da pouca chuva que cai no exterior, opto por ir de mota, tenho de percorrer a cidade e assim sempre me posso infiltrar entre os vários veículos que circulam pelas ruas.
Aperto o casaco de cabedal até cima e meto-me em cima da mota, deixando o anexo para trás.

Percorro ruas e mais ruas, sempre atenta a qualquer sinal dele. Algo está mal, de outra forma, ele não se arriscaria a procurar-me. Passo a grande velocidade entre os carros parados no trânsito, afasto-me das ruas principais e começo a vaguear por ruas secundárias. Não há qualquer sinal dele. Sinto o meu telemóvel vibrar no bolso e paro por momentos, retirando-o.

Tom:
Deixei o Math em casa da minha mãe, ele fica lá com eles. Volta para casa, por favor. Estou preocupado.

Coloco novamente o telemóvel no bolso e suspiro.

- Não posso, desculpa. – sussurro, para o ar.

Continuo a minha procura. Começo a desesperar, começo a ficar com medo que algo lhe tenha acontecido.

Enveredo por outra rua mal iluminada, já perto dos subúrbios da cidade. Abrando um pouco, pois as faces que caminham por ali voltam-se calmamente na minha direcção. Observo-as uma a uma. Parecem ser toxicodependentes e prostitutas. Sinto o meu corpo contrair-se e tento ser forte. Avanço mais um pouco e reconheço uma das faces.
Ele começa a caminhar para trás, tropeçando em corpos que se deitam encostados às paredes dos prédios degradados. Caminha em direcção à saída da rua, eu acelero mais um pouco, tento alcançá-lo, mas os corpos que se movimentam de um lado para o outro dificultam-me os movimentos.

Chego ao final da rua e fico um pouco zonza com a diferença de luminosidade. Paro a mota abruptamente e tiro o capacete.

- William! – grito. Ele pára e olha-me fixamente, com uma expressão triste. – Espera, por favor! – digo, em russo.
- Não! Não Sara, vai-te embora! Não posso! – ele responde-me também em russo.

A rua está agora deserta. Deixo a mota para trás e começo a correr ao seu alcance, ele começa a recuar.

- Vai-te embora! Vai! Eu não posso falar

Um carro preto dirige-se a grande velocidade para junto dele, uma das portas abre-se e vejo alguém puxá-lo para dentro do veículo. O carro passa por mim a grande velocidade. Sinto uma dor lancinante no ombro direito e vejo o carro a afastar-se.

- Will!!! – grito, levando a mão ao ombro. Mas o meu grito foi em vão…
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Sab Maio 16, 2009 4:30 pm

Hmm!
Cheira-me que ela levou um tiro...

Espero que nao façam nenhum mal au Math e ao Tom

Continua!
^^
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Sab Maio 16, 2009 5:41 pm

oq ue se passou ??

ai nao me deixe assim!!
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qua Maio 20, 2009 4:39 pm

Olá! Hoje é um post assim rapidinho porque tenho de estudar, época de testes, sabem como é. Este capítulo é a continuação do ultimo, no próximo há alguns desenvolvimentos, depois vêem. Obrigada por comentarem e lerem esta coisa.
Beijinho, até sábado!



- 10 -


Subo a muito custo para a mota, já com o capacete posto, sempre agarrada ao ombro. Tento fazer um pouco de pressão de forma a estacar um pouco o sangue. A dor percorre-me todo o corpo, como se fosse uma força electrizante. Agradeço mentalmente ao Jay pelas horas que ele perdia comigo a ensinar-me a conduzir a mota apenas com uma mão. Respiro fundo, tentando manter o braço o mais imóvel possível. Enveredo por caminhos mais curtos. Sinto-me ficar fraca a cada curva que passo. Entro no anexo e deixo a mota de qualquer maneira, retiro o capacete à pressa e corro desajeitadamente para o elevador. Pressiono a zona do ferimento com a mão esquerda, já perdi muito sangue e não posso arriscar perder muito mais.

Poderia ter ido imediatamente para o hospital, mas as pessoas iam começar a fazer perguntas, iam haver investigações e iam descobrir tudo. Não podia arriscar tanto…

Sinto o elevador parar e apresso-me na direcção da porta de minha casa. Toco à campainha com o cotovelo esquerdo, toco mais que uma vez, mas ninguém aparece. Não tenho tempo para esperar pelo elevador então opto pelas escadas de emergência. Subo uma a uma, encostada à parede. Sinto cada músculo do meu corpo fraquejar, mas faço mais um esforço para alcançar o patamar pretendido.

Rastejo-me até à porta de casa do Tom e toco novamente à campainha com o cotovelo. Sinto como se todos os sons que me rodeiam se tivessem dissipado, até que me sinto fraquejar. Tom ampara-me a queda e leva-me para dentro. Luto para não fechar os olhos.

- Sara, o que aconteceu? – a sua voz soa-me como se ele estivesse à beira de romper em lágrimas. Deita-me no chão e sinto a respiração ofegante. Tento controlá-la.
- Liga ao Cooper, rápido. E traz-me a mala branca que está no quarto. – a minha voz sai quase num sussurro, de tão fraca que estou.

Ouço o Tom falar rapidamente lá ao longe. Sinto-o aproximar-se e ajoelhar-se ao meu lado.

- Que queres que faça?
- Dá-me morfina, já!
– grito, com uma dor ainda mais aguda.

Olho para ele e vejo-o remexer na mala branca. Tira de lá um pequeno frasco e uma seringa, efectua o procedimento tal como eu lhe tinha ensinado. Sinto a agulha perfurar-me a pele e não consigo conter um grito de dor.

- Calma Sara, calma. O Coop vem a caminho, diz-me no que posso ajudar, por favor! – as suas mãos afastam os cabelos que se apoderam da minha face.
- Tira-me a roupa, com cuidado.

Sinto as suas mãos tremer enquanto me retira cuidadosamente a manga do casaco de cabedal. O meu corpo contorce-se de dor no chão e reprimo outro grito. Ele pega numa tesoura e começa a cortar a camisola, repetindo o procedimento com a T-shirt.

- Uhn, dói – digo, numa voz que exprime a minha dor. Sorrio ligeiramente ao olhar para a cara do Tom. Ele tem um ligeiro sorriso, olhando para o ferimento. Consigo distinguir algumas lágrimas percorrerem a sua face.
- As balas não te largam…

Ouço a campainha tocar e vejo Coop correr para mim. Ajoelha-se bastante preocupado ao meu lado e ouço um “Eww” vindo dele.

- Vá, tira-me esta porcaria daqui, rápido.
- Vai para o outro lado meu!
– ouço-o gritar para o Tom.

Viro a cabeça para o lado esquerdo, onde vejo o Tom ajoelhar-se. As suas mãos envolvem a minha fortemente. Vejo as lágrimas soltarem-se dos seus olhos com maior intensidade e a uma das suas mãos passa para a minha testa, afastando o meu cabelo molhado e também ensanguentado. Solto alguns gemidos de dor com os movimentos de Cooper. Não me atrevo a voltar a cabeça para o lado esquerdo. Não sei há quanto tempo estou assim, deitada no chão. Parece uma eternidade. Não consigo desviar o olhar do Tom. Ele fixa-me ternamente, sem nunca largar a minha mão.

- Já está… - viro a cabeça cuidadosamente e sorrio para Coop. Ele retira as luvas ensanguentadas e suspira. – O que é que andaste a fazer Sara?! Porque é que não foste ao hospital?!
- Foi um imprevisto… e simplesmente não me posso sujeitar a investigações.
- Só fazes asneiras miúda… Tu tens uma atracção mutua com as balas não?!
- Mais ou menos
– responde-lhe o Tom.
- Vá, eu tenho de voltar para o hospital. Só falta pôr o penso, mas isso o Tom pode fazer. Vai tomar um banho, mas tem cuidado por causa dos pontos.
- Obrigada Coop, por tudo…
- Sempre às ordens… Tu sabes como eu adoro extrair coisas dos corpos das pessoas…
- Não gozes, por favor!
- Vá, está bem.
- Obrigado meu, a sério.
- Esquece lá isso Tom. Cuida bem dela agora, não a deixes fazer esforços e isso.
- Podes contar comigo!
- Depois falamos melhor Petri, eu ligo amanha. Descansa…


Levanto-me a muito custo do chão e sinto-me tonta. Apoio-me no Tom, que me segura pela cintura. Vejo o Cooper sair e ouço a porta bater. O silêncio instala-se na sala e olho pela janela. Já é quase de noite, e fico preocupada com Mathew.

- O Math?
- Ele fica a noite toda lá em casa, não te preocupes com ele. Ele está em segurança. Anda, vais tomar um banho para tirar esse sangue todo.


Ele encaminha-me para a casa de banho, pondo a água a correr assim que me vê apoiada no lavatório. Olho para o reflexo no espelho e faço uma cara de desagrado.

- Isto está horrível…
- E tu também… Já para baixo do chuveiro!
- Ajuda-me a tirar a roupa Tom… Dava mesmo imenso jeito…


Sinto uma tensão no ar entre nós, como se todos os músculos do seu corpo tivessem enrijecido com a minha afirmação. Não percebo, mas tenho demasiadas coisas na cabeça para tentar perceber. Ele baixa-se para me tirar as botas, depois, as suas mãos dirigem-se para o botão das minhas calças de ganga, desapertando-o desajeitadamente. Começo a puxar as calças para baixo apenas com uma mão, mas o resultado não é muito satisfatório, então lanço-lhe um olhar a pedir ajuda. Sinto que ele inspira profundamente, ajudando-me depois a tirar as calças. Cuidadosamente, retira o que resta das camisolas do meu corpo e fico apenas em lingerie. Vejo-o caminhar para a porta.

- Não, fica… - ele volta-se lentamente e olha-me confuso.
- Mas tu tens de tomar banho Sara…
- Mas estou incapacitada.
– digo, apontando para o ombro.

Caminho lentamente para debaixo do chuveiro. Sinto umas pequenas dores percorrer-me o corpo com as gotas de água quente embaterem no ferimento. Fecho os olhos, suspirando. Quando os abro, já não estou sozinha no duche…

- Tom…
- Vá, vamo-nos despachar que não podes estar a levar com a água assim.


As suas mãos percorrem suavemente o meu corpo, retirando com a ajuda da água qualquer vestígio de sangue. Eu fico simplesmente quieta, sentindo o toque dele, sentindo as gotas de água embaterem na minha face… relembrando as palavras proferidas naquele russo perfeito momentos atrás.
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qua Maio 20, 2009 9:36 pm

Ainda bem que ficou tudo bem com ela.
O Tom é um querido!
Deve ter ficado mesmo preocupada, ja nao tem um irmao e ia ficando sem uma amiga.

Continua!
^^
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qui Maio 21, 2009 3:05 am

ui um clima entre aqueles dois???? XD


a Sara esta mesmo tramada tadinha =/ e o Bill que nao apaerce e este Will que foge dela e tiro fogo!!

ainda bem que tem Math e Tom ^^
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Sab Maio 23, 2009 5:13 pm

Olá (:
Ora bem, vocês vão-me matar com este capítulo, ou pelo menos vão achar estranho mas não se preocupem que no final são capazes de ter uma surpresa - e não, não é o Bill, infelizmente.
Ah, e não fiquem a odiar a pobre rapariga nem o desgraçado do Tom, tentem ver pelo ponto de vista deles - vocês já percebem do que estou a falar.

Até quarta!



- 11 -


Visto a camisola de alças a muito custo e saio para a sala. O Tom está lá à minha espera, com as caixas das pizzas em cima da mesa.

- Queres fazer agora o penso?
- Eish, não, estou esfomeada!


Sento-me no sofá e começo a devorar uma fatia de pizza. O Tom está diferente, consigo sentir uma certa tensão entre nós. Até o silêncio já se tornou constrangedor. Ambos comemos em silêncio, sem olhar um para o outro.

Vejo-o levantar-se e sair da sala, voltando segundos depois com ligaduras e tudo o que é preciso para me ligar o braço.

- Vamos lá meter a Sara tipo múmia… outra vez. – digo, sorrindo.

Ele sorri levemente e afasta-me um pouco a alça da camisola. Trata de tudo em silêncio, olhamos fixamente no olhar um do outro. Ele sorri-me timidamente, eu retribuo o sorriso. Olho de vez em quando para o ombro, analisando se ele está a efectuar tudo correctamente.

- Já está – diz-me, sorrindo.

A sua mão esquerda passa levemente sobre a ligadura. O seu olhar encontra o meu, e ele sorri novamente, com uma ternura inexplicável. Sinto o seu toque suave, a sua mão cobrir-me parte da cara, acariciando a minha face ternamente. Fico estática, olhando fixamente nos seus olhos. Sinto o seu corpo aproximar-se do meu, a sua face encurtando a distância entre a minha. Uma das suas mãos move-se para a minha nuca, sinto-o entrelaçar os dedos no meu cabelo. Respiro fundo.

- Tom… - sussurro, sentindo os seus lábios a milímetros dos meus.

Podia-me afastar, podia afastá-lo, podia fazer mil e uma coisas, mas não consigo mover um único músculo do meu corpo. Sinto os seus lábios tocarem os meus, sinto o frio do piercing e sinto uma espécie de corrente eléctrica percorrer-me o corpo. Correspondo ao movimento dos seus lábios, o que e o motiva a puxar-me para ele pela minha cintura. Começa a crescer um desejo dentro de mim, desejo esse que nunca tinha aparecido antes. O beijo intensifica-se e sinto-o empurrar-me suavemente para trás, obrigando-me a deixar-me levar por ele.

Deita-me suavemente na cama, cessando os beijos. Olha para mim com a mesma ternura no olhar que há momentos atrás. Ajoelha-se na cama e aproxima-se de mim, sempre com cuidado para não me aleijar no ombro. Desta vez sou eu a beijá-lo, começando uma luta entre as nossas línguas. Ele ergue-se e retira a camisola, deixando a descoberto o seu tronco bem estruturado.

Perco-me por momentos em todo o seu ser, sinto a minha parte racional evidenciar-se. Tom é irmão de Bill, irmão gémeo do homem que amo. Talvez seja por isso que o meu corpo está a reagir assim. São tantas as parecenças, tanta coisa nele que me faz lembrar o Bill… Olho bem fundo nos seus olhos. A minha parte racional desvanece-se.

Sinto os seus lábios novamente nos meus, uma das suas mãos vagueia sobre a minha coxa. Ele afasta-se, e senta-se encostando-se à parede. Puxa-me suavemente para o colo dele, tira a minha camisola com cuidado, sempre atento ao ombro.

Começa-me a beijar delicadamente o pescoço, traçando trilhos de beijos até aos meus ombros. Repete este processo várias vezes, até reencontrar os meus lábios. Fecho os olhos e sinto memórias assaltarem-me a escuridão dos meus pensamentos.

Flashbacks

Estávamos na noite de passagem de ano na Rússia, fazíamos a contagem decrescente todos os juntos.

- Feliz ano novo!! – gritámos todos e o espectáculo de pirotecnia começou.

Voltei-me no abraço do Bill e sorri.

- Já pediste um desejo?
- Não tenho nada para desejar, já tenho tudo o que preciso…

x x x


- Aconteça o que acontecer… Eu estarei sempre do teu lado para tudo… O meu coração
– levou uma mão ao lado esquerdo no seu peito – este coração… – interrompeu-se – irá sempre pertencer-te.

x x x


- Tom?
– perguntei a medo, ele abraçou-se a mim e ouvi-o soluçar. Não havia sinal do Bill em lado nenhum, a preocupação aumentou e senti a minha pulsação disparar.
- Desculpa Sara, desculpa – disse ele entre o soluçar intenso.


End of Flashbacks

Sinto o meu ritmo cardíaco acelerar. Sinto as lágrimas tomarem-me de assalto os olhos. Afasto-me do Tom bruscamente, sento-me no meio da cama com os joelhos junto ao queixo.

- Sara? – ouço o Tom pouco nitidamente. Começo a abanar a cabeça de um lado para o outro, as lágrimas a soltarem-se dos meus olhos.

Flashback

- Tom…
- tentei novamente, as lágrimas brotaram com mais intensidade – Eu estou grávida – a expressão de choque era visível na cara dele – do Bil – completei num sussurro.

End of Flashback

- Não consigo – sussurro.

Sinto Tom abraçar-me, tal como naquela noite.

- Shh, desculpa.

E depois, tudo fica escuro, e deixo de saber onde estou.
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Sab Maio 23, 2009 8:21 pm

OMG
Acho que ela está ficando apaixonada pelo Tom...
E isso é mau, muito mau!

Continua!
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Sab Maio 23, 2009 8:56 pm

também acho que aquilo com o Tom ui. bem continua amor rápido.
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Dom Maio 24, 2009 2:29 am

Amor...Eu amanhã comento!
Visto que fui eu quem te incentivou a esta ideia maluca da sara e do tom eu tenho de fazer um comentário decente ;)
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Dom Maio 24, 2009 6:51 pm

por momentos pensei mesmo que mesmo que eles irriam se envolver

estava dividida metade de mim dizia que sim outra que n

uff forao emoçoes a mais engua lia
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qua Maio 27, 2009 10:20 pm

Postar muitooo rápido, tenho de estudar as trocas gasosas nas plantas e nos seres multi e unicelulares e o sistema neuro-hormonal para o teste de biologia, que é como quem diz, estou a morrer por causa do estudo. Até sábado!



- 12 -


Abro os olhos lentamente, acabando por desistir devido à imensa claridade que entra na divisão onde me encontro.

As memórias que tenho da noite anterior não são muito claras. Lembro-me do Tom a ligar-me o ombro, lembro-me de sentir os seus lábios encostados aos meus, de sentir o seu tronco nu junto ao meu. Lembro-me de ficar confusa, lembro-me de gritar e a partir daí, não me lembro de mais nada.

Tento abrir os olhos novamente. Estou no quarto de Tom, sobre a sua cama. Não está mais ninguém na divisão. Levanto-me lentamente e sinto uma dor no ombro, que pressiono rapidamente. Caminho até à porta e abro-a a muito custo, olhando rapidamente para a sala. Tom está deitado no sofá a ver um filme, um filme que há já muito ninguém via.

- Bom dia – digo, com a voz rouca de quem acabou de acordar. Ele volta-se para mim e levanta-se, ficando apenas sentado.
- Bom dia… Dormiste bem? – pergunta-me. A sua expressão transmite um cansaço enorme.
- Sim… Como já não dormia há muito tempo. Deve ter sido dos medicamentos. E tu?
- Eu não dormi quase nada…
- O que se passa?
- Gritaste imenso de noite, não sei o que se passava. Acho que estavas com febre, estavas mesmo muito quente e muito agitada.
- Não me lembro de nada…
- respondo, sentando-me ao seu lado no sofá.
- Estás bem?
- Sim… E em relação ao que aconteceu ontem
– ele interrompe-me.
- Esquece isso. A culpa foi minha, nunca devia…
- Não muda nada entre nós pois não?
- Não, claro que não! Tu és das poucas coisas que me mantém com a cabeça em ordem, ficar também sem ti era…
- o seu olhar fica vazio por momentos, fixo num ponto qualquer na TV. Volta-se para mim e sorri.
- Obrigada Tom – respondo, sorrindo também.

Tom foca-se novamente na TV. A voz de Bill ecoa pela sala. Na verdade, a voz é apenas a de Arthur, o menino que vai até à terra dos Minimeus e conhece a princesa Selenia. Juntos tentam encontrar o tesouro para ajudar o avô do Arthur e acabam por se apaixonar – vi tantas vezes o filme, que acabei por o decorar.

- Ele ficou tão contente quando o convidaram… - diz-me o Tom, sorrindo para a televisão.
- Sabes, sempre achei que o Arthur versão Minimeu era bastante parecido ao Bill, até o cabelo! O Bill tinha assim o cabelo quando vocês eram mais pequenos…
- Eu gozei tanto com ele por isso!
– o seu sorriso transforma-se completamente, ficando agora com mais vida. – Nós até o chamávamos Minimeu, e ele ficava tão chateado… Fazia aquela expressão que o Math faz, sabes?
- Sim…


Ficamos mais uns momentos a ver o filme, sorrindo e comentado as várias variações de voz do Bill. Recordamos momentos, recordamos sons, imagens…
Acabamos por encomendar comida novamente e almoçamos apenas os dois, em silêncio, como já é habitual.

- Tenho de ir buscar o Math a casa da minha mãe. – diz-me ele, ao fim de almoçar.
- Eu queria voltar para casa, mas preciso de vestir qualquer coisa mais quente, não posso ir assim de pijama lá para baixo…
- Eu espero, se precisares de ajuda chama.


Vou para o quarto e visto as calças que tinha ontem. Mantenho a camisola do pijama vestida e visto apenas um casaco do Tom, para evitar constipações e evitar que alguém veja o ombro. Saímos da casa dele e descemos no elevador. Quando entro em casa, sinto o vazio acentuar-se.

Neste tempo todo, sempre que entro em casa, espero encontrá-lo na varanda, como tantas vezes acontecia com as suas surpresas, mas quando o meu olhar percorre a varanda, ele não está lá, nunca lá esteve nestes quatro anos, e a mim resta-me esperar…

Tom sai e promete dar um passeio com Math para demorar mais um pouco. Preparo-me para ir tomar banho, retiro o penso e olho-me ao espelho. O ombro está com um aspecto não dos melhores, mas também não está muito mal. “Preciso de ligar ao Cooper depois do banho”

Entro lentamente na banheira coberta de água e fico uns minutos a relaxar. Tenho de falar com a Ann, ela precisa de saber o que se passou. O Jay ainda não deve saber de nada, senão já estava a tocar-me à campainha juntamente com a Lú a fazer um drama enorme e certamente já estaria a ver se estou completamente viva, analisando-me minuciosamente.

Saio da água e visto apenas a roupa interior. Ouço a campainha tocar e apresso-me a ir abrir a porta.

- Cooper?
- O Tom ligou-me, pediu-me para vir aqui ver como estavas.
– o seu olhar dirige-se para o ombro – Eww, isso não está muito bom. Tiveste dores de noite?
- Não me lembro, mas o Tom disse que eu gritei muito e que devia estar com febre.
- Tenho aqui uns medicamentos para ti, devem-te aliviar as dores.
- Oh, obrigada Coop…
- É, eu sou um anjo, não sou?
- És, daqueles que foram expulsos do céu!
– digo, rindo-me.

Ele trata do ferimento e coloca as ligaduras novamente. Pergunto-me o que faria eu sem ele. Sempre disponível para me ajudar desde que nos conhecemos, sempre disponível para me substituir no hospital, sempre disponível para tratar dos ferimentos que adquiri ao longo dos anos…

Sorrio. São pessoas como o Coop que preciso de proteger – os meus amigos, os verdadeiros – e uma dessas pessoas, está algures, a ser tratado de uma forma que apenas posso saber por pensamentos. Está longe, perto, não sei. Só sei que precisa de mim. O Will precisa de mim.
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qua Maio 27, 2009 10:25 pm

Ainda bem que as coisas nao vao mudar nada entre o Tom e a Sara!

É bom eles recordarem o Bill, é uma maneira de o manter perto.

Continua!
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   Qua Maio 27, 2009 10:31 pm

aiii*.* tanto amor junto e eu a pensar que ela e o tom coisseee :P

mas nao :(

bem quero mais :P

kiss continua ;)
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MensagemAssunto: Re: Dangerous World 2 ~ 34 ~ último   

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Dangerous World 2 ~ 34 ~ último
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